PERCORRA AS ROTAS DOS VINHOS
E DESCUBRA OS ENCANTOS DE PORTUGAL

Com efeito, sabe-se que pelo menos à época do Império Romano o vinho já era amplamente cultivado em Portugal. A sua produção passou muitas fases ao longo do tempo, mas vale a pena destacar a data de 1756, em que o Marquês de Pombal criou a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, com a função de delimitar a 1ª região demarcada do mundo, registrar as vinhas e classificar os vinhos de acordo com a sua qualidade.

PORTUGAL EM NÚMEROS

Tamanho – 590kms de comprimento por 200Km de largura
População – cerca de 10.5 milhões de habitantes
Produção – 11º produtor de vinhos no mundo com cerca de 6 milhões de hectolitros.
Produção per capita – 2º do mundo
Consumo per capita – Maior consumo per capita mundial com cerca de 58 litros.
Exportador – 9º maior do mundo, passando a Argentina recentemente, exportando cerca de 45% do que produz.
350 castas autorizadas sendo cerca de 250 autóctones.

As vinhas representam cerca de 14% da área agrícola do país.

De costas para a Europa, sempre foi um país mais fechado o que segurou por muito tempo a entrada de novas cepas, as chamadas internacionais. Desta forma, os vinhos portugueses estão muito calcados em cima das cepas autóctones. Após a adesão ao Mercado Comum Europeu que trouxe muito investimento e a obrigação de modernização, cada vez mais essas cepas se tornam presentes nos vinhedos exceção feita ao Douro e ao Dão mais restritos em sua legislação

ROTA
DOS
VINHOS VERDES

Começando pelo norte, temos a ROTA DOS VINHOS VERDES desde o Minho até ao Douro.
A denominação Vinhos Verdes provém do estilo fresco do vinho, de acidez vibrante e intensa, em oposição ao termo “maduro” e, especialmente, à região considerada a mais verde de Portugal.

Nada tem a ver com a cor do vinho que pode ser branco, tinto ou rose! Desde 1606 há menção de vinhos na região, porém só em 1908 a região foi demarcada e a DOC* criada em 1949. Responde por cerca de 15% da produção do país.

LOCALIZAÇÃO: Noroeste de Portugal, pouco abaixo da fronteira espanhola, possuindo nove sub-regiões das quais as mais importantes são Monção e Melgaço (Alvarinho) seguida de Ponte de Lima (Loureiro) .

CASTAS REGIONAIS – são um total de 45 sendo que as principais usadas são: Alvarinho, Loureiro, Arinto e Trajadura.

*Denominação de Origem Controlada (DOC)

CASTAS
PREDOMINANTES

Alvarinho

Casta nobre de vinhos verdes, a Alvarinho tem uma sub-região Própria em Monção e Melgaço. Dá origem a ótimos vinhos varietais, que se encontram entre os melhores brancos portugueses.

LOUREIRO

A Loureiro é a segunda casta mais importante da região, tendo seu epicentro em Ponte de Lima. Às vezes, apresenta-se sobre a forma de vinhos varietais brancos, mas é mais comum loteada com outras castas da Região.

TRAJADURA

É a quarta casta recomendada para os verdes brancos , a quem confere grau alcóolico e corpo. Raramente se encontra sob a forma varietal*, estando geralmente associada a Loureiro.

*Vinhos varietais são vinhos feitos com um único tipo de uva, ou com predominância (85%) de um tipo de uva.

Dona Paterna Alvarinho
 

Tapada dos Monges
Loureiro

Quinta de Linhares
Trajadura/Loureiro/Avesso

OS VERDES
SÃO DE VÁRIAS CORES

VERDES BRANCOS

Por mais paradoxal que pareça essa afirmação, a partir de agora vamos falar sobre as colorações dos vinhos verdes porque o verde não tem a ver com a cor do vinho. Eles apresentam acidez intensa, ainda que delicada, e são harmoniosos ao paladar. A intensidade de seus aromas frutados e florais evidencia um vibrante frescor em cada gole.

Cores brilhantes com diferentes tonalidades, cores cítricas e tons palha. Aroma frutado, como maçã e frutos cítricos, delicado e de intensidade mediana a forte. No palato são ligeiros e frescos, de baixo teor alcoólico entre 8 e 12% exceto os 100% Alvarinho que chegam a 13 e 13,5% .

Os Brancos são os vinhos mais exportados e seduzem por sua versatilidade gastronômica, frescor pronunciado, com uma grande diversidade de estilos, dos mais baratos, jovens e simples aos mais complexos e longevos, dos varietais aos blends e até espumantes aproveitando dessa acidez bem presente.

VERDES ROSADOS

Essencialmente produzido com a uva Espadeiro, eventualmente com algo de Borraçal, Vinhão e Azal Tinto, costuma apresentar muita  fruta vermelha, algo mais escuros com ótimo frescor A variação da cor desses vinhos vão de levemente rosado a um rosa bem carregado devido a um maior contato com as cascas da uva. Os aromas jovens são a marca característica dessa variedade, que traz em si notas de frutas vermelhas. O sabor é persistente e marcante, apesar de seu frescor natural, e pode surpreender os paladares acostumados aos rosés comuns.

VERDE TINTOS

Essa qualidade proporciona vinhos com coloração intensa, que podem apresentar uma diversidade de tonalidades da rosada à mais rubi. Em seu aroma destacam-se os frutos silvestres, mantendo as características gerais dos vinhos do noroeste português: acidez marcante, frescor intenso em seu sabor e aroma.

Aroma ligeiramente vinhoso, intenso caráter vegetal e uma certa rusticidade são marcas que o caracterizam. São encorpados, ainda que pouco alcoólicos, acídulos, ligeiramente adstringentes e representam apenas cerca de 17% da produção de brancos sendo que o consumo destes é quase que totalmente local. Os vinhos verdes tintos são considerados vinhos extremamente gastronômicos, sendo utilizados tanto para a harmonização de pratos complexos, como no preparo de algumas receitas especiais

A HARMONIZAÇÃO
Com vinhos verdes

HARMONIZAÇÃO DE VINHOS VERDES

Brancos, tintos e roses, para cada prato um vinho e são inúmeras as possibilidades de harmonização. Um Rose de Espadeiro com paella, um tinto com Caldo Verde e uma boa broa se houver são um tiro certo, mas aqui vão algumas dicas com vinhos de nosso portfolio tanto para uma harmonização mais clássica como para outras nem tanto, inclusive com nossa culinária brasileira sempre tendo como linha mestra a incrível acidez dos vinhos desta região que são ótimo contraponto a pratos mais untuosos. O vinho verde é um clássico português. Esse vinho jovem, leve e extremamente refrescante é produzido no Noroeste desse país e pode ser branco, tinto ou rose. O que é importante saber sobre um legítimo vinho verde é que:

É UMA VINHO DE TEORES ALCOÓLICOS TRADICIONALMENTE MAIS BAIXOS, ACIDEZ ELETRIZANTE E, EM ALGUNS CASOS E CADA VEZ MENOS, UMA MARCA DE DISCRETA SENSAÇÃO EFERVESCENTE.

Mas por ser um vinho tão característico, como combiná-lo com pratos do nosso
dia a dia? Seguem algumas dicas de harmonização dessa bebida!

BACALHAU À LAGAREIRO

Fica dos deuses com Vinho Verde varietal da casta Avesso, um vinho verde algo mais encorpado e com um tico a menos de acidez.

SUGESTÃO, Quinta de Linhares Avesso.

BACALHAU À LAGAREIRO

Fica dos deuses com Vinho Verde varietal da casta Avesso, um vinho verde algo mais encorpado e com um tico a menos de acidez.

SUGESTÃO, Quinta de Linhares Avesso.

CEVICHE

Aqui cabe muito bem um delicioso e fresco vinho à base da uva Loureiro como o Tapada dos Monges Loureiro.

CEVICHE

Aqui cabe muito bem um delicioso e fresco vinho à base da uva Loureiro como o Tapada dos Monges Loureiro.

SUSHIS E SASHIMIS

Você vive procurando um vinho para harmonizar os peixes da culinária japonesa? Então o vinho verde é a pedida certa. Por ser leve, discreto, ácido e muito refrescante ele é perfeito para os suaves sabores dos sashimis e sushis. Para harmonizar, o Dona Paterna Alvarinho é também uma bela opção a ser considerada.

SUSHIS E SASHIMIS

Você vive procurando um vinho para harmonizar os peixes da culinária japonesa? Então o vinho verde é a pedida certa. Por ser leve, discreto, ácido e muito refrescante ele é perfeito para os suaves sabores dos sashimis e sushis. Para harmonizar, o Dona Paterna Alvarinho é também uma bela opção a ser considerada.

COSTELA DE PORCO E LINGUIÇA NA BRASA

Tradicional abertura para um churrasco brasileiro. Vinhos verdes bem frescos são ótima companhia para a carne de porco e nesta harmonização recomendamos o Dona Paterna Alvarinho/Trajaura.

COSTELA DE PORCO E LINGUIÇA NA BRASA

Tradicional abertura para um churrasco brasileiro. Vinhos verdes bem frescos são ótima companhia para a carne de porco e nesta harmonização recomendamos o Dona Paterna Alvarinho/Trajaura.

FEIJOADA

Sim nossa famosa e gorda feijoada pode sim ser harmonizada com vinho e o Vinho Verde Branco que é uma tremenda de uma combinação fazendo as vezes da caipirinha e laranja (acidez) e da cerveja (frescor) com a vantagem de não estufar o bucho! Rs Aqui a sugestão seria o Tapada dos Monges Vinho Verde, um corte de Arinto, Loureiro e Trajadura que combina à perfeição.

FEIJOADA

Sim nossa famosa e gorda feijoada pode sim ser harmonizada com vinho e o Vinho Verde Branco que é uma tremenda de uma combinação fazendo as vezes da caipirinha e laranja (acidez) e da cerveja (frescor) com a vantagem de não estufar o bucho! Rs Aqui a sugestão seria o Tapada dos Monges Vinho Verde, um corte de Arinto, Loureiro e Trajadura que combina à perfeição.

Pronto!

Agora que você sabe o que é vinho verde, você pode entrar de cabeça nesse universo rico em sabores e aromas e explorar as mais sofisticadas harmonizações que este vinho pode proporcionar. Nossa gastronomia tem tudo a ver com este estilo de vinho, experimente muito pois os frutos serão riquíssimos.

Se nunca provou um vinho verde antes, o que está esperando para conhecer um dos grandes vinhos do mundo?

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